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Angela Azevedo, assessora de imprensa (Noir Comunicação Total)Belo Horizonte , MG - Brasil,

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Tuesday, February 01, 2005

Felizes sejam 2004,2005,2030,2045...

Achei este texto que Lud Azevedinho enviou para algumas pessoas em 2004. Vale repetir.

Olá: Eu estava procurando palavras que pudessem expressar meus votos de feliz natal, ano novo, etc. Me deparei com esse texto que achei bem verdadeiro. Por isso, resolvi mandar para todos aqueles que tenho afinidade. Não importa se a gente se vê todo dia, uma vez por mês, por ano ou se andamos sumidos uns dos outros. A gente com certeza vai se esbarrar e sempre torcer pela felicidade do outro. Um grande beijo, Lud

Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Ter afinidade é muito raro. Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. Afinidade é sentir com, não é sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida. Artur da Távola "Acredite um pouco no que você vê, em nada do que lhe dizem." Provérbio espanhol

angela, só no patch work

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